25 de jul de 2010

Regional Zulmar visitando o Clube Eldorado

Destaques do Clube Eldorado no mês de Julho

23 de jul de 2010

Jovens Adventistas de Astorga

21 de jul de 2010

Uma única tempestade derrubou meio bilhão de árvores na Amazônia, diz estudo.

Uma única, violenta e avassaladora tempestade que varreu toda a floresta amazônica em 2005 pode ter destruído meio bilhão de árvores, diz um estudo americano.

Embora tempestades sejam uma causa conhecida de mortes de árvores na Amazônia, o novo estudo - feito por especialistas da Tulane University, em Nova Orleans, em parceria com cientistas brasileiros do Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) e da Unesp - é o primeiro a oferecer uma contagem mais precisa.

Segundo seus autores, o trabalho revela perdas muito maiores do que se pensava, sugerindo que tempestades cumprem um papel bem mais importante do que se supunha na dinâmica da floresta amazônica.

Os cientistas advertem que, por causa das mudanças climáticas, tempestades violentas deverão se tornar mais frequentes na região, matando mais árvores e, consequentemente, aumentando as concentrações de carbono na atmosfera.

O estudo será publicado na revista científica Geophysical Research Letters.

Estudo

Uma pesquisa anterior tinha atribuído um aumento na mortalidade de árvores em 2005 na região a uma seca prolongada que afetou partes da floresta naquele ano. Mas o estudo recente identificou uma área não atingida pela seca onde houve grande perda de árvores (a região de Manaus).

Segundo os cientistas, entre 16 e 18 de janeiro de 2005, uma única linha de instabilidade com 1000 km de comprimento e 200 km de largura cruzou toda a bacia amazônica de sudoeste a nordeste, levando tempestades violentas, com raios e chuvas pesadas, provocando várias mortes nas cidades de Manaus, Manacaparu e Santarém.

Ventos verticais fortes, com velocidades de 145 km/hora, arrancaram ou partiram árvores ao meio. Em muitos casos, ao cair, as árvores atingidas derrubaram outras a seu redor.

Para calcular o número de árvores mortas, os pesquisadores usaram uma combinação de imagens de satélite, contagens feitas por especialistas em áreas pré-selecionadas da floresta e modelos matemáticos.

O uso associado de imagens de satélite e observações feitas no campo permitiu que os pesquisadores incluíssem quedas de grupos menores de árvores (menos de dez unidades) que não podem ser detectadas pelo satélite.

Os cálculos iniciais, relativos a áreas afetadas pela tempestade na região de Manaus, foram depois usados como base para se chegar ao número total de mortes em toda a floresta.

Os cientistas concluíram que entre 441 e 663 milhões de árvores foram destruídas em toda a floresta.

Nas regiões mais atingidas, cerca de 80% das árvores foram atingidas.

Linhas de instabilidade que se movem de sudoeste a nordeste na Amazônia são raras e pouco estudadas, disse Robinson Negrón-Juárez, da equipe da Tulane University.

Tempestades destrutivas que avançam na direção oposta, da costa nordeste para o interior do continente, são mais comuns - ocorrendo até quatro vezes por mês - e também provocam grandes quedas de árvores.

O que é bastante incomum são tempestades que cruzam toda a bacia Amazônica, como a de 2005, explicou Negrón-Juarez.

"Precisamos começar a medir a perturbação causada pelos dois tipos de linhas de instabilidade sobre a floresta", ele disse. "Precisamos dessas informações para calcular a perda total de biomassa nesses eventos naturais, algo que nunca foi quantificado".

Outro cientista da equipe, Jeffrey Chambers, acrescentou: "Com as mudanças climáticas, há previsões de que as tempestades aumentem em intensidade. Se começarmos a observar aumentos na mortalidade das árvores, precisamos ser capazes de estabelecer o que está matando as árvores". Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/07

15 de jul de 2010

Jovens de Arapongas participam de programa especial

Segundo um dos organizadores, pastor Marcelo Devai, o objetivo principal do encontro serviu para desenvolver nos participantes o desejo de viver por Jesus e a entrega total a Deus. No decorrer da programação foram lançados projetos missionários onde os jovens foram desafiados a participarem destes projetos. "O programa é repleto de surpresas e marcado por fortes emoções. É curioso que mesmo os que aparentavam serem duros de coração, não conseguiam se conter e em um momento ou outro, acabaram se emocionando e chorando. É comum para nós pais e líderes da igreja tratarmos as crianças nascidas em lar adventista como já sendo adventistas, e esquecemos que eles também precisam passar pelo processo da conversão" afirmou o pastor Marcelo Devai. Ao final do evento todos se prontificaram em participarem do próximo encontro o qual terá um foco diferente: Encontro Jovem Missão Resgate e contará com a participarão dos jovens afastados da igreja, os quais serão convidados a voltarem a casa de Deus. Por Dina Karla Dina.karla@usb.org.br Associação Norte Paranaense

11 de jul de 2010

Morreu Maria Olivia: a mulher mais velha do Brasil

Morreu na noite de quinta-feira (08/07), em Içara, distrito de Astorga, Maria Olívia da Silva, de 130 anos, considerada a pessoa mais velha do Brasil. Um dos filhos da idosa, Aparecido Silva, contou que ela havia passado mal depois de jantar e não teve tempo de ser socorrida.Nascida em 28 de fevereiro de 1880, em Varsóvia na Polônia, dona Maria Olívia veio para o Brasil aos 3 anos de idade, sendo registrada em Itapetininga (SP). Apesar da idade, ela não é reconhecida oficialmente como a mulher mais velha do mundo pelo Guinness Book, o livro dos recordes, já que os documentos originais foram perdidos em um incêndio. No entanto, as provas apresentadas pela família da idosa foram analisadas e reconhecidas pelo RankBrasil, o livro dos recordes brasileiros.

Ajuda ao próximo...

Desbravadora destaque de Junho do Clube Eldorado

Unidade Destaque no Clube Eldorado em Junho de 2010