29 de nov de 2010

Arapongas ganha novo grupo

Neste mês de novembro foi formado um novo grupo no distrito de Arapongas, em Alto da Boa Vista, região afastada da cidade por questão geográfica, formada por 19 mil moradores. O novo grupo começou reunindo 30 pessoas entre jovens e adultos, que aceitaram a Jesus após assistirem a série de evangelismo e decidiram seguir a Deus. No local eles tem a oportunidade de louvar e adorar a Deus durante as reuniões e cultos. 

Além da inauguração do novo grupo, fundou-se também um clube de desbravadores, com o nome "Shekiná", que reúne jovens, crianças e adolescentes. Nas reuniões eles aprendem mais sobre o amor de Cristo e palestras instrutoras para ser um jovem de valor.

por Dina Karla  
Associação Norte Paranaense

USB tem novos líderes

Com cerca de cinco horas de votação, a palavra tranquilidade pode ser usada para definir a eleição dos líderes da União Sul para os próximos cinco anos.

Presidente: Marlinton Lopes (reeleito)
Secretário, Missão Global: Valdilho Quadrado (reeleito)
Tesoureiro e Expansão Patrimonial: Davi Contri (reeleito)
Ministerial: Antônio Moreira (era presidente da ACP)
Mipes, Escola Sabatina e Evangelismo: Sidnei Mendes (reeleito)
Ministério da Mulher e Afam: Denise Lopes (reeleita)
Ministério da Criança e Ministério do Adolescente: Maria Baldão Quadrado (reeleita)
Publicações, Literatura Denominacional e Família: Geraldo Magela (reeleito)
Educação: Douglas Menslin (reeleito)
Mordomia Cristã, Adra, Testamentos e Legados e Saúde: Evandro Fávero (Mipes/Associação Central-Paranaense)
Jovens, Desbravadores, Aventureiros, Comunicação e Música: Elmar Borges (reeleito)

por Fabiana Bertotti - União Sul-Brasileira

8 de nov de 2010

Cientistas criam sangue a partir de pele humana.

Processo é mais simples do que usar células-tronco para obter o mesmo resultado.
Cientistas especializados em pesquisas com células-tronco descobriram uma forma de transformar em sangue a pele humana, o que representa um avanço no tratamento do câncer e outras doenças, segundo um estudo canadense.Os cientistas extraíram células de um pedaço de 4 cm por 3 cm de pele humana adulta e as transformaram em células sanguíneas com a mesma informação genética, sem recorrer a células-tronco embrionárias, destacou o trabalho, publicado na revista científica Nature.
Evitar os complicados e polêmicos métodos com as células-tronco embrionárias para produzir sangue permitiu simplificar o processo, explicaram os cientistas. O autor do trabalho, Mick Bhatia, do Instituto McMaster de Pesquisas sobre Câncer e Células-tronco, da Escola de Medicina Michael G. DeGroote em Hamilton, Província de Ontário, no Canadá, diz que o futuro da técnica é promissor. - Acreditamos que no futuro poderemos gerar sangue de forma muito mais eficiente.
A perspectiva de poder criar sangue para um paciente com sua própria pele permite pensar que algum dia aqueles que precisam de transfusão não dependerão mais de bancos de sangue. Também permitirá que os doentes suportem tratamentos mais longos de quimioterapia, sem as interrupções que atualmente são necessárias para que o corpo possa se regenerar.

Fonte -  http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/noticias/cientistas-criam-sangue-a-partir-de-pele-humana-20101108.html

6 de nov de 2010

Elefantes são 'engenheiros' que ajudam na biodiversidade, diz estudo.

Mark Kinver
Repórter de ciência e meio ambiente da BBC



Um estudo de cientistas americanos afirma que áreas destruídas por elefantes abrigam mais espécies de anfíbios e répteis do que aquelas que ficam intocadas, o que faz dos paquidermes verdadeiros "engenheiros ecológicos".
Os pesquisadores encontraram 18 espécies de animais em locais altamente danificados pelos elefantes, enquanto as áreas intactas tinham apenas oito. As descobertas foram publicadas na revista African Journal of Ecology.
"Elefantes, junto de algumas outras espécies, são considerados engenheiros ecológicos porque as suas atividades modificam o habitat de uma maneira que afeta muitas outras espécies", explica Bruce Schulte, da Universidade Western Kentucky (EUA).
"Eles fazem de tudo, desde cavar com suas patas dianteiras, puxar grama e derrubar grandes árvores. Assim, realmente mudam a paisagem."
O cientista afirma que o sistema digestivo dos elefantes, por não processar muito bem todas as sementes que eles comem, também ajuda na modificação do habitat.
"Como as fezes são também um ótimo fertilizante, os elefantes são capazes de rejuvenescer a paisagem ao transportar sementes para diferentes lugares", disse Schulte à BBC.
A equipe da Universidade Georgia Southern (EUA) realizou o estudo entre agosto de 2007 e fevereiro de 2008 no rancho Ndarakwai, uma área de 4,3 mil hectares no nordeste da Tanzânia.
Os cientistas identificaram áreas com grandes, médios e baixos danos causados por elefantes criados livremente, em comparação com uma área de 250 hectares que foi isolada de grandes herbívoros, como elefantes, girafas e zebras.
Ao buscar amostras de espécies, os pesquisadores encontraram "uma tendência de maior riqueza em áreas com danos causados por elefantes do que na vegetação florestal."
Melhores amigos dos sapos
No artigo, os cientistas concluem que a diferença na riqueza animal nas áreas danificadas era provavelmente resultado da "engenharia" dos elefantes, gerando novos habitats para uma diversidade de espécies de sapos.
"As crateras e destroços de madeira formados por árvores quebradas e arrancadas pela raiz (aumentaram) o número de refúgios contra predadores", diz o estudo.
Os cientistas afirmam ainda que os locais também favoreceram insetos, que se tornaram uma importante fonte de comida para anfíbios e répteis.
Schulte afirma que a descoberta traz implicações para estratégias de manutenção do habitat e da vida selvagem.
"Se estamos administrando o habitat, então claramente temos que saber para que o estamos administrando", diz.
"O que este estudo aponta é que, embora algumas coisas não pareçam particularmente boas para o olho humano, isto não significa necessariamente que isto é prejudicial para toda a vida que está ali."