31 de mar de 2013

Dicas de Sucesso

I – Elogie 3 pessoas por dia.
II – Tenha um aperto de mão firme.
III – Olhe as pessoas nos olhos.
IV – Gaste menos do que ganha.
V – Saíba perdoar a si e aos outros.
VI – Trate os outros como gostaria de ser tratado.
VII – Faça novos amigos.
VIII – Saíba guardar segredos.
IX – Não adie uma alegria.
X – Surpreenda aqueles que você ama com presentes inesperados.
XI – Sorria.
XII – Aceite uma mão estendida.
XIII – Pague suas contas em dia.
XIV – Não reze para pedir coisas. Reze para agradecer e pedir sabedoria e coragem.
XV – Dê às pessoas uma segunda chance.
XVI – Não tome nenhuma decisão quando estiver cansado ou nervoso.
XVII – Respeite todas as coisas vivas, especialmente as indefesas.
XVIII – Dê o melhor de si no seu trabalho. Tenha prazer em fazer bem feito.
XIX – Seja humilde, principalmente nas vitórias.
XX – Jamais prive uma pessoa de esperança. Pode ser que ela só tenha isso.

fonte: http://site.suamente.com.br/20-dicas-de-sucesso/

29 de mar de 2013

Videochat


24 de mar de 2013

Ação do Clube dos Desbravadores poderá ser reconhecida como educativa

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 4197/12, do deputado Ronaldo Nogueira (PTB-RS), que reconhece as atividades do Clube dos Desbravadores como método complementar de educação, podendo receber auxílio do Poder Público para seu exercício. O autor salienta que o Clube de Desbravadores, ligado à Igreja Adventista do 7º Dia, está presente em mais de 160 países e conta com mais de dois milhões de participantes.
Segundo o parlamentar, os desbravadores podem prestar socorro em calamidades e até participar ativamente de campanhas comunitárias para ajudar pessoas carentes. “Reconhecer seu mérito como ação educacional complementar significa dar-lhe o merecido destaque e consolidar uma importante via de formação dos jovens para a cidadania no País”, afirma.
Tramitação
O projeto terá análise conclusiva das comissões de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Reportagem – Oscar Telles
Edição – Newton Araújo

Fonte: http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/ASSISTENCIA-SOCIAL/433924-ACAO-DO-CLUBE-DOS-DESBRAVADORES-PODERA-SER-RECONHECIDA-COMO-EDUCATIVA.html

Dia dos Desbravadores


15 de mar de 2013

Usuários da Apple lançam ação contra Google

Os 12 internautas, todos donos de aparelhos da Apple, são usuários do navegador Safari (também da Apple) e alegam que o Google contornou as configurações de segurança do navegador para instalar cookies em seus computadores sem que eles consentissem.
Os cookies são um tipo de arquivo de computador. Eles coletam dados sobre as atividades online dos usuários, que depois podem ser usados para que o Google forneça publicidade customizada para eles.
Os autores da ação acreditavam que nenhum cookie seria instalado em seus computadores devido, segundo eles, a garantias dadas pelo próprio Google, entre 2011 e 2012, de que isso não iria acontecer.
Essa é a primeira ação do tipo a ser movida no Reino Unido.

'Precedente legal'

"Esse caso pode estabelecer um precedente legal muito importante e ajudar os consumidores a defender a sua privacidade contra decisões que ignoram os direitos das pessoas", disse Nick Pickles, diretor da ONG Big Brother Watch, que atua na área de liberdades civis, à agência de notícias PA.
Em sua opinião, "o Google rastreia pessoas quando elas dizem explicitamente que não querem ser rastreadas".
De acordo com o serviço de análise da internet StatCounter, no final de 2012, 7,92% de sua amostra de 3 milhões de usuários da rede mundial acessaram a internet via Safari, enquanto 36,42% usaram navegador Google Chrome.
No ano passado, o Google foi multado em US$ 22,5 milhões nos EUA também por usar cookies no Safari.
Segundo a Associated Press, a empresa americana não comentou o processo judicial em curso no Reino Unido.

Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/01/130128_applefans_rp.shtml

Brasil tem 13 milhões de pessoas com doenças raras, diz pesquisa

O estudo diz ainda que diante da falta de uma política nacional para lidar com esse tipo de doença - cujo conceito, ainda que não seja unânime, é de doenças que atingem uma parcela pequena da população -, pessoas afetadas muitas vezes têm dificuldades em obter o tratamento adequado ou precisam recorrer à Justiça para ter acesso a medicamentos.
Entre as doenças raras estão males como a esclerose lateral amiotrófica (doença degenerativa dos neurônios motores), o hipotireoidismo congênito, a doença de Pompe (mal genético que causa hipertrofia cardíaca na infância), a fibrose cística do pâncreas ou do pulmão e até mesmo a doença celíaca (intolerância ao glúten).
Estima-se que haja 7 mil doenças raras diagnosticadas, sendo 80% delas de origem genética. Outras se desenvolvem como infecções bacterianas e virais, alergias, ou têm causas degenerativas. A maioria (75%) se manifesta ainda na infância dos pacientes.
"Se individualmente atingem um número restrito de pessoas, em conjunto elas afetam uma parcela considerável da população mundial – entre 6% e 8%, ou 420 milhões a 560 milhões de pessoas", diz o levantamento.
"O desafio é considerável, levando-se em conta que 95% das doenças raras não possuem tratamento e dependem de uma rede de cuidados paliativos que garantam ou melhorem a qualidade de vida dos pacientes."

'Barreiras'

No Brasil, pacientes com doenças raras enfrentam "diversas barreiras" para conseguir tratamento especializado e medicamentos, afirma a Interfarma. Como não existe uma política integrada de tratamento desses males, o atendimento ocorre de forma "fragmentada", na opinião da associação.
Dados do Ministério da Saúde citados pelo estudo apontam que há 26 protocolos clínicos para doenças raras no âmbito do SUS (Sistema Único de Saúde) - esses protocolos são a "porta de entrada" para a assistência para doenças raras na saúde pública.
O Ministério contabiliza 45 medicamentos, tratamentos cirúrgicos e clínicos para doenças raras, 70 mil consultas realizadas e mais de 560 procedimentos laboratoriais para tratamento e diagnóstico, a custos de mais de R$ 4 milhões por ano.
Mas, segundo a Interfarma, além de algumas doenças não estarem inseridas em nenhum protocolo, apenas um dos 18 protocolos (o da doença de Gaucher, mal em que restos de células envelhecidas se acumulam sobre órgãos como fígado, baço e medula óssea), prevê o uso de "drogas órfãs", que são medicamentos específicos para doenças raras ou negligenciadas.
Com isso, muitos pacientes do SUS acabam tendo acesso apenas a medicamentos paliativos, "que amenizam os sintomas das doenças, mas não interferem em sua evolução".
"(...)O SUS, de uma maneira ou de outra, atende essas pessoas – porém, de forma fragmentada, sem planejamento, com grande desperdício de recursos públicos e prejuízo para os pacientes."
Interfarma
O estudo contabiliza 14 doenças raras que têm medicamentos órfãos já registrados na Anvisa (agência de vigilância sanitária) e comercializados no país, mas não disponíveis no SUS. Muitos pacientes recorrem então à Justiça, numa espécie de "corrida de obstáculos" para obter o tratamento adequado.
Segundo o estudo, "o fato de o Brasil não possuir uma política oficial específica para doenças raras não significa, porém, que os pacientes não recebam cuidados e tratamento. Os medicamentos acabam chegando até eles, na maioria por via judicial. E o SUS, de uma maneira ou de outra,
atende essas pessoas – porém, de forma fragmentada, sem planejamento, com grande desperdício de recursos públicos e prejuízo para os pacientes".
Outro problema é o déficit de geneticistas para desenvolver pesquisas a respeito e o fato de a maior parte dos centros de estudo de doenças raras se concentrarem apenas nas áreas mais ricas do Brasil.
Nos cálculos do estudo, faltam ao país 1800 geneticistas.
"Faltam pesquisas e informações sobre essas doenças; os profissionais da área carecem de treinamento e capacitação – o que compromete ou retarda o diagnóstico – e, muitas vezes, o próprio sistema de saúde não oferece meios para que seja realizado a tempo."

Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/03/130311_doencas_raras_pai.shtml