26 de out de 2014

Símbolos Municipais

Brasão de Astorga


Quando surgiu: O atual brasão de Astorga foi adotado em 8 de maio de 1975, através da Lei Municipal nº 632/72-E, a pedido do então prefeito Ricieri Resquetti. A mudança foi feita pois o brasão antigo não enfocava detalhes a respeito de Astorga.

Quem foi o responsável pela sua criação: O brasão foi de autoria do heraldista Prof. Arcinos Antonio Peixoto de Faria, da Enciclopédia Heráldica Municipalista.

O escudo samnítico: Usado para representar o Brasão de Armas de Astorga, foi o primeiro estilo de escudo introduzido em Portugal por influência francesa, herdado pela heráldica brasileira como evocativo da raça colonizadora e principal formadora de nossa nacionalidade.

A coroa mural: É símbolo universal dos brasões de domínio que, sendo de argente (prata), de seis torres, das quais apenas quatro são visíveis em perspectiva no desenho, classifica a cidade representada na terceira grandeza, ou seja, sede de Município a ilumina de goles (vermelho) pelo significado heráldico da cor. Lembra as qualidades próprias dos dirigentes da comunidade.

O metal jalde (ouro) do canto do escudo: É símbolo de glória, esplendor, grandeza, riqueza, soberania.

Em abismo (centro ou coração do escudo): O leão rompante de goles (vermelho) firmado em pala uma espada de argente (prata), das armas da Província de Leon da Espanha, lembra o objetivo da escolha do topônimo "ASTORGA" da cidade espanhola, em homenagem à colônia desse país, visando atrair colonos.

A cor goles (vermelho): Simboliza a dedicação, amor pátrio, audácia, intrepidez, coragem e valentia.

As buzinas de caça, estilo boiadeiro, de sable (preto): Representam no brasão, a pecuária de corte e leiteira, que se destaca na economia do município.

A cor sable (preto): É símbolo de prudência, sabedoria, moderação e firmeza de caráter.

Ao termo (parte inferior do escudo): A asna ou chaveirão de blau (azul) carregada de três abelhas do argente (prata), lembra no brasão o desenvolvimento da sericultura no município.

A cor blau (azul): É símbolo de justiça, nobreza, perseverança, zelo e lealdade e o metal argente (prata) simboliza a paz, amizade, trabalho, prosperidade, pureza e religiosidade.

Em ponta: O galinácio representa no brasão, a avicultura, outra atividade econômica em destaque.

Nos ornamentos exteriores: O café e o milho, apontados os principais produtos oriundos da terra dadivosa e fértil, esteios da economia municipal.

Nos lites de goles (vermelho):
Em letras argentinas (prateadas), inscreve-se a topônimo identificador "ASTORGA".

Bandeira de Astorga

Quando surgiu: A atual bandeira de Astorga foi adotada em 8 de maio de 1975, através da Lei Municipal nº 632/72-E a pedido do então prefeito Ricieri Resquetti. A mudança foi feita pois a bandeira antiga não enfocava detalhes a respeito de Astorga.

Quem foi o responsável pela sua criação: A bandeira foi de autoria do heraldista Prof. Arcinos Antonio Peixoto de Faria, da Enciclopédia Heráldica Municipalista.

Brasão: O brasão, aplicado na bandeira, representa o Governo Municipal.

Triângulo isósceles amarelo: Representa a própria cidade-sede do município - é o triângulo símbolo heráldico da liberdade e fraternidade e a cor amarela simboliza a glória, esplendor, grandeza, riqueza, soberania.

Faixa amarela central carregada de sobre-faixa vermelha: Representa a irradiação do Poder Municipal que se expande a todos os quadrantes de seu território. A cor vermelha é símbolo de dedicação, amor, pátrio, audácia, intrépidos, coragem, valentia.

Faixas externas azuis: Representam as propriedades rurais existentes no território municipal.A cor azul é símbolo de justiça, nobreza, perseverança, zelo e lealdade.

Fonte: http://astorga.pr.gov.br/simbolos.php

23 de out de 2014

Ó Vem! Emanuel!

Hinário Adventista

 Ó, vem, ó, vem, Emanuel,

E salva o aflito Israel
Que chora o exílio em seu viver
Até Jesus aparecer.

CORO:
Cantai! Cantai! Emanuel
Virá a vós, ó Israel!

Sabedoria que é do além,
Ordena tudo aqui também!
O bom caminho, vem mostra;
E como nele sempre andar.

Ó Desejado das nações,
Unidos faze os corações.
Do mundo vem tirar o mal
E dar-lhe a paz celestial.

18 de out de 2014

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Não esqueçam de mudar o horário...



Os mitos e as verdades sobre o ebola

Apesar de uma campanha de conscientização, há mitos sobre a disseminação da doença. Veja abaixo os mais populares - e as explicações verdadeiras.

O vírus se propaga pelo ar, pela água e é contraído através do contato com quem está contaminado.

 O contágio se produz quando os fluidos corporais de um indivíduo infectado toca alguma das membranas mucosas de alguém que não está contaminado.Isso quer dizer que o sangue, o suor, a urina ou as fezes do portador do vírus têm que entrar em contato com os olhos, os orifícios nasais, a boca, os ouvidos, a área genital ou uma ferida aberta para contrair a doença. O contato com lençóis, roupas ou superfícies infectadas pelo vírus também pode causar o contágio, mas apenas se houver algum corte na pele.

É possível ser contaminado por alguém que aparenta estar saudável

É muito improvável que isso aconteça, mesmo se alguém for portador do vírus. A razão é que os sintomas podem demorar até 21 dias para aparecer - período máximo de incubação da doença. E até que os sintomas sejam visíveis, não há contágio. Uma pessoa só pode transmitir a doença se o vírus estiver em seu sangue e secreções.

Não se contrai o vírus através de relações sexuais.

Se um homem tem ebola, o vírus pode estar presente nos seus fluidos corporais, incluindo o sêmen. A Organização Mundial da Saúde acredita que o vírus pode permanecer nos fluidos do indivíduo até sete semanas após o paciente ter se recuperado. Mas outros especialistas sugerem que a doença pode permanecer por até três meses, mesmo se médicos confirmarem não haver partículas virais no sangue.

Alguém que morreu não pode espalhar a doença.

 Embora o indivíduo tenha morrido, o vírus ainda pode estar presente. Por isso, especialistas em epidemiologia temem que a disseminação ocorra em práticas funerárias tradicionais realizadas em alguns países africanos, nas quais parentes ficam em contato direto com os mortos. Nestes casos, a OMS recomenda o enterro imediato e o uso de luvas e roupas de proteção para o indivíduo que manipula o corpo. Recomenda-se, também, o treinamento daqueles que lideram os funerais sobre os procedimentos a serem seguidos para evitar que a infecção se espalhe.

Um paciente pode transmitir a doença, mesmo que ele tenha se recuperado

 Normalmente, apenas as pessoas que têm os sintomas podem espalhar o vírus.No caso de uma mulher grávida que recebeu alta, recomenda-se que ela não amamente o bebê.

Antibióticos, água salgada, leite e cebola crua podem prevenir o ebola.

O consumo destes alimentos não impede a contaminação pelo ebola. Além disso, a ingestão de água salgada - que alguns acreditam que pode curá-los da doença - pode ser perigosa, especialmente em dias quentes. A OMS cita dois casos de pessoas na Nigéria que morreram por essa razão. No momento não há cura para o ebola, mas vacinas estão sendo testadas. Se os testes forem bem sucedidos, profissionais de saúde terão prioridade em receber as injeções.

Você tem que usar produtos antissépticos caros para eliminar o vírus.

Recomenda-se lavar as mãos com frequência, especialmente se você estiver perto de um paciente com o ebola. O álcool em gel pode ser útil, mas se as mãos estiverem visivelmente sujas, é importante lavar com sabão e água limpa, segundo autoridades sanitárias.

Este é o primeiro grande surto de Ebola.

Este é o surto que causou mais mortes, mas não é o primeiro. Segundo a OMS, o vírus foi diagnosticado pela primeira vez em humanos em 1976, no Sudão e na República Democrática do Congo. O surto ocorreu em uma aldeia perto do rio Ebola, daí o nome da doença. Cerca de 500 pessoas foram infectadas e 400 morreram. Desde então, várias cepas do vírus surgiram no continente africano.

Eleições 2014

Caros amigos, pense bem nesse segundo turno. Escolha bem em qual mãos ficará a administração do Brasil.

Horário de verão começa neste domingo

Em meio ao agravamento da situação nos reservatórios das principais hidrelétricas do país, entra em vigor neste domingo (19/10) o horário de verão. A expectativa do governo é que a redução no consumo de energia no período contribua com uma queda de 0,4% no uso da água dessas represas.
A 39ª edição do horário de verão terá duração de 126 dias e terminará no dia 22 de fevereiro. À 0h (meia-noite) de sábado para domingo, os moradores de dez estados, além do Distrito Federal, terão que adiantar os relógios em uma hora.

8 de out de 2014

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IASD Munhoz de Melo

Após alguns anos estarei voltando a IASD Munhoz de Melo, que Deus abençõe a todos irmãos dessa Igreja.